Doenças transmitidas pelos ratos

Os ratos podem transmitir cerca de 30 doenças. Entre as mais comuns estão a leptospirose, as hantaviroses e a peste. Leptospirose – A leptospirose é causada pela bactéria leptospira, transmitida ao homem pela urina de ratos, ratazanas e camundongos. A leptospira penetra no corpo pela pele, principalmente se houver algum ferimento ou arranhão. Após chuvas intensas, as águas invadem as tocas dos roedores e carregam as bactérias para as residências e as vias públicas. Em situações de enchentes e inundações, a urina dos ratos, presente em esgotos e bueiros, mistura-se à enxurrada e à lama das enchentes. Qualquer pessoa que tiver contato com a água ou lama contaminadas pode se infectar. Geralmente os surtos de leptospirose começam uma semana após as enchentes. Na época de seca, também oferecem riscos à saúde humana o contato com água ou lama de esgoto, lagoas ou rios contaminados e terrenos baldios onde existem ratos. Portanto, deve-se evitar o contato com esses ambientes. Os sintomas da leptospirose são febre, dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo (especialmente na panturrilha, conhecida como “batata” da perna), pele amarelada e calafrios. Eles surgem de sete a quinze dias após a infecção. Ao perceber os sintomas, deve-se procurar, o mais rapidamente possível, um hospital e informar ao medico a ocorrência do contato com água ou lama das enchentes. Hantavirose – A hantavirose é uma doença infecciosa grave, causada pelo hantavírus, transmitido por saliva, fezes ou urina dos roedores. Essas secreções secam e misturam-se à poeira do ar. A principal forma de infecção ocorre quando a pessoa inala poeira em ambientes onde o vírus esteja presente, principalmente em locais fechados. Depois de ser inalado, o vírus pode levar até 60 dias para entrar em ação. Apesar de ter sido detectada há poucas décadas, a doença já se espalhou pelo mundo e têm alto índice de mortalidade. Na região do cerrado brasileiro, o rato silvestre transmissor do hantavírus é o rato do capim ou rato-da-cauda-peluda. Apesar de registrada em quase todo país, a doença tem maior incidência nas regiões Sul e Centro-Oeste. Nas zonas rurais e silvestres, os casos são mais frequentes e o acesso a um tratamento adequado é mais difícil. A hantavirose é considerada uma doença sazonal e, segundo o Ministério da Saúde, surge em maior número nas regiões de cerrado durante os períodos de seca, entre março e agosto. Com o fim das chuvas, os alimentos para os roedores diminuem e eles saem para buscar comida no habitat humano. Nas regiões de Mata Atlântica, os casos são mais frequentes entre os meses de outubro e dezembro, e o transmissor é o rato da taquara. Sintomas – Os sintomas da hantavirose são: febre e dores de cabeça, no corpo e na região abdominal, mas como esses sintomas também estão presentes em gripes, pneumonias e nos casos de dengue, fica mais difícil o diagnóstico da doença ainda na fase inicial. No entanto, isso é importante para evitar o agravamento dos sintomas, tais como a tosse seca e dificuldade de respirar. Nessa fase, se não for internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), o paciente pode morrer, pois precisa de aparelhos para ajudá-lo a respirar. Não existe vacina ou tratamento específico para a hantavirose. As únicas medidas capazes de evitar a morte são o diagnóstico precoce e os cuidados adequados em uma UTI. Prevenção – De acordo com o Ministério da Saúde, para prevenir a doença, os celeiros, porões e casas nas regiões rurais devem ser limpos, o que ajuda a evitar a propagação do vírus. Os grãos devem ser armazenados em locais bem fechados, que impeçam o acesso dos roedores, e não se deve deixar lixo acumulado nas redondezas da casa. Há risco, ainda, de se contrair o hantavírus durante pescarias e passeios de ecoturismo. Quem gosta de estar junto à natureza deve evitar deitar diretamente no chão, acampar em locais com presença de fezes de roedores ou de outros pequenos animais e andar descalço. Caso levem alimentos, os turistas devem mantê-los em recipientes hermeticamente fechados. Peste – A peste negra ou “febre do rato”, como é conhecida popularmente, é uma doença infecciosa aguda, transmitida principalmente por picada de pulga (de ratos) infectada pela bactéria Yersinia pestis. A peste teve um impacto enorme na Europa no século XIV, quando se espalhou rapidamente e matou cerca de 25 milhões de europeus – um terço da população do continente naquela época. A epidemia voltou a ocorrer várias vezes nos séculos seguintes. A peste continua sendo muito perigosa em diversas partes do mundo. Focos naturais da doença persistem na África, na Ásia, no sudeste da Europa, na América do Norte e na América do Sul. De acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil, entre os anos de 1993 e 2007, foram notificados 74 casos de peste humana. Além do potencial epidêmico, é alta a mortalidade que a doença pode causar. Na forma bubônica, quando não tratada, pode alcançar 50%, e nas formas pneumônica e septicêmica, pode alcançar uma letalidade próxima de 100%.
Principais doenças causadas por baratas

As baratas são consideradas insetos nojentos por grande parte da população. Pelo fato de elas viverem em esgotos e locais contaminados, muitas pessoas chegam a ter verdadeira fobia e até pavor desse inseto. Se a sua casa recebe normalmente essa desagradável visita, mantenha sempre os alimentos bem fechados e lave os utensílios antes de usar. Nas patas das baratas, existem milhares de microrganismos que poderão contaminar tanto alimentos, quanto objetos pessoais, além de, transmitir várias doenças. As baratas também produzem secreções odoríferas que, quando liberadas de seu pequeno corpo, impregnam o ar do ambiente e deixam um sabor ruim nos alimentos. Além disso, elas também causam prejuízos materiais quando se multiplicam no interior de algum aparelho eletrônico, ou quando roem roupas ou tecidos. Já deu pra ver o quanto de problema elas podem causar, não é mesmo? Confira agora os prejuízos para a sua saúde: Doenças transmitidas pelas baratas baratas Os principais sintomas de doenças transmitidas por baratas podem ser confundidos com os sintomas de uma virose rotineira. São eles: diarreia, febre, dores abdominais e náuseas. Alguns pacientes também chegam a ficar com pele e olhos amarelados. Na maioria dos casos, com o tratamento adequado, o paciente consegue alcançar a cura. Uma das doenças que esse inseto pode causar é a Febre Tifoide. Ela é causada pela Salmonellatyph (mais conhecida como Salmonella). Essa doença também é transmitida através de água ou alimento contaminado, e até (pasmem!), através do beijo. Além da Febre Tifoide, a barata pode causar conjuntivite, pneumonia e até lepra. Acredita-se que o vibrião da cólera é levado pela barata dos esgotos para os ambientes domésticos. Outro problema de saúde ocasionado são as reações alérgicas que são provocadas por restos deteriorados do corpo do inseto e por suas fezes que são pulverizadas no ambiente. Quando alguém alérgico inala essas partículas, desencadeia uma crise. Hepatite A pode ser transmitida por baratas A hepatite A, também conhecida como amarelão, consiste em uma inflamação no fígado causada por um vírus. Geralmente tem um curso benigno e evolui para a cura instantânea em 90% dos casos. Sua transmissão acontece por ingestão de água ou, alimentos contaminados ou manipulação de objetos pessoais que estiverem contaminados. Os principais sintomas são: febre, dores abdominais, náuseas, e ainda diarreia por pelo menos um mês.
Doenças Transmitidas pelos Pombos

São patologias causadas por pombos: Criptococose: doença causada pelo fungo Cryptococus neoformans. É transmitida pela inalação da poeira contendo fezes secas de pombos e canários. Compromete o pulmão e pode afetar o sistema nervoso central, causando alergias, micose profunda e até meningite subaguda ou crônica. Seus sintomas são: febre, tosse, dor torácica, podendo ocorrer também dor de cabeça, sonolência, rigidez da nuca, acuidade visual diminuída, agitação e confusão mental. Histoplasmose: transmitida pela inalação do esporo do fungo Histoplasma apsulatum encontrado em fezes secas de pombos e morcegos. Causa uma micose profunda e seus sintomas variam desde uma infecção assintomática até febre, dor torácica, tosse, mal estar geral, anemia, etc. É uma doença que vai depender do estado de saúde do indivíduo, podendo assim se desenvolver ou não. Salmonelose: causada pela ingestão de ovos ou carne contaminados pela bactéria Salmonella sp presente nas fezes de pombos e outros animais. Gera uma toxinfecção alimentar com sintomas como febre, diarréia, vômitos, e dores abdominais. Suas fezes, em contato com alimentos como verduras, frutas, podem acarretar nessa doença. Ornitose: também conhecida como psitacose, é transmitida por via oral por meio da poeira contendo as fezes secas de aves (pombo, arara, papagaio, perus) e infectadas pela Chlamydia psittaci. O indivíduo infectado pode apresentar febre, vômito, calafrio, mialgia, tosse, cefaléia, acompanhados por comprometimentos das vias aéreas superiores e inferiores. Essa doença é oportunista, isto é,depende do estado de saúde do indivíduo. Dermatites: parasitose causada pelo piolho do pombo (ácaros, Ornithonyssus sp.), que provoca erupções na pele e coceiras semelhantes às de picadas de insetos. Alergias: ocasionadas pela inalação de penugens de pombos ou de um ar rico em poeira das fezes dos pombos. Pode causar rinites, ou crises de bronquite em pessoas sensíveis.
História da Dedetização

Desinsetizar também passou a ser chamada de “dedetizar” Sobre os inseticidas Ao longo da história, diversos tipos de materiais de origem natural já foram usados contra os insetos, tais como o mercúrio, o arsênico, a nicotina, o tabaco. O desenvolvimento de novos inseticidas foi alavancado pela necessidade de se criar produtos menos tóxicos. O notório DDT foi criado como uma alternativa mais segura, se comparado com os inseticidas anteriores que usavam arsênico em sua composição, por exemplo. No entanto, o DDT do grupo químico dos Organoclorados (hoje proibidos) seu uso exagerado da substância pode oferecer riscos à natureza e ao homem. Dedetização Com a popularização na aplicação doméstica do DDT, a partir dos anos 60, a ação de desinsetizar também passou a ser chamada de “dedetizar” (da pronúncia dedetê). Hoje a palavra Dededização deve ser substituída por, DESINSETIZAÇÃO que significa desinsetizar o ambiente infestado, pois o grupo químico dos Organoclorados foi proibido a mais de 30 anos e o famoso DDT, assim como o BHC, Dodecacloro que foi amplamente usado nas iscas MIREX para controle de formiga saúva (Atta ssp), entre outros não são mais fabricados no Brasil. O Ministério da Saúde do Brasil mantém registro de inseticidas de uso exclusivo para o ambiente urbano são os inseticidas domissanitários pois é proibido o uso de inseticidas fitossanitários (usados na agricultura) nos ambientes urbanos.
Prevenção contra cupins

Cupim: Veja como Proteger seus Móveis dessa Praga Eles são pequenos e parecem inofensivos, mas fazem um estrago de bicho grande. Quem já sofreu com a infestação desta praga em casa sabe muito bem que os cupins chegam de mansinho e logo tomam conta de todos os móveis de madeira. Quando isso acontece o controle se torna mais difícil (mas não impossível), por isso, o melhor mesmo é evitá-los e controlá-los antes que a coisa piore! Mas afinal, o que são cupins? Os cupins são insetos que se alimentam de celulose, como madeira e papel. Existem inúmeras espécies deles no mundo inteiro, mas em geral são divididos em dois grupos: Cupim: Veja como Proteger seus Móveis dessa Praga Cupins de madeira seca – São os que vivem dentro de madeiras que não recebem umidade de parte alguma: móveis, estantes, quadros. Eles não costumam sair de dentro da madeira, pois se alimentam dela, por isso é mais difícil que a infestação contida em um determinado móvel passe para outro, a menos que estejam muito próximos. Mas é precisa tomar muito cuidado com eles, pois justamente pelo fato de não saírem (não gostam de luz), conseguem facilmente danificar um móvel inteiro por dentro, antes que seja perceptível externamente. Cupim: Veja como Proteger seus Móveis dessa Praga Cupins subterrâneos – Como o próprio nome sugere, os cupins subterrâneos fazem seus ninhos no solo, mas não apenas lá, também atacam paredes e qualquer outro espaço estrutural, inclusive lajes e árvores. Ao contrário dos cupins de madeira seca, os subterrâneos gostam de umidade e não se “aprisionam” num único local, eles saem em busca de alimento. Eles se reproduzem mais rapidamente do que o outro tipo, e também conseguem causar grandes danos a uma estrutura antes que as pessoas percebam. Nem todas as espécies de cupins causam danos aos seres humanos, algumas delas vivem em lugares desertos, e pelo menos no Brasil, apenas um percentual mínimo das espécies é que viram pragas, causando a destruição nos nossos móveis e casas. Como evitar os cupins? Cupim: Veja como Proteger seus Móveis dessa Praga 1. Instale telas de proteção nas janelas de sua casa para evitar que os insetos entrem. No período de reprodução os cupins voam em busca de um ambiente com temperatura e umidade ideais para formarem um ninho. Também é comum que nos dias de chuva, não apenas os cupins, mas muitos outros insetos fiquem agitados e voando. Se encontrarem brechas, logo entrarão. 2. Procure usar madeiras tratadas ou naturalmente resistentes como ipê, maçaranduba, peroba, jacarandá e aroeira, entre outras. 3. Use tintas e vernizes na parte externa dos móveis e molduras de quadros para tapar as brechas que possam servir de entrada para os cupins. 4. Inspecione seus móveis, portas e janelas de madeira periodicamente e note se há algum sinal de presença de cupins. Lembre-se que eles podem ser muito sutis. É preciso ter bastante atenção. Cupim: Veja como Proteger seus Móveis dessa Praga 5. Evite guardar livros em estantes de madeira, opte pelas de metal, pois os cupins poderão se alojar entre o amontoado de livros sem que você perceba, e danificar ambos: estante e livros. 6. Não acumule caixotes, nem outros objetos de madeira na sua casa, principalmente em lugares úmidos. Livre-se deles. É importante saber que árvores e raízes de árvores cortadas também podem servir de alimento e moradia para os cupins. 7. Contrate uma empresa especializada para detetizar a sua casa. Em geral, esses procedimentos são eficazes não só no combate, mas principalmente na prevenção dos cupins por um bom período. O cupim já apareceu por aqui, e agora? O melhor mesmo é prevenir do que remediar, mas se isso já não é mais possível, vamos à solução… Em primeiro lugar, a coisa certa a se fazer neste momento é contratar uma empresa especializada nisso. Eles irão proceder da seguinte maneira: Cupim: Veja como Proteger seus Móveis dessa Praga Remover a madeira – Nos caso de cupins de madeira seca (que não saem de dentro do móvel), a parte do móvel infestado deverá ser removida e substituída por um pedaço de madeira tratada. Tratar a madeira – Quando o caso é menos agressivo, é possível tratar a madeira injetando cupinicida nos furos causados pelos cupins. Também é possível matar os cupins através do calor excessivo (66 graus) por um perído de aproximadamente 1:30h, ou pelo frio de aproximadamente 10 graus negativos. Cupim: Veja como Proteger seus Móveis dessa Praga Criar uma barreira química – No caso de cupins subterrâneos, como eles não ficam num único lugar, não é possível matá-los apenas aplicando veneno na área. Por isso, uma das maneiras mais eficientes é tratar o solo onde está a sua casa. Dessa maneira, os cupins não retornaram ao mesmo lugar. É preciso furar o piso e a estrutura (paredes) para realizar esse tratamento. Este processo também serve para prevenir a aparição dessa praga, e é ainda mais prático quando é feito durante a construção do imóvel.
Como se prevenir contra baratas

As baratas são insetos de hábito noturno, durante o dia escondem-se em frestas de muros, em baixo de pedras ou em esgotos. Estes insetos tornaram-se domésticos e todas as residências convivem com este problema, que pode ser evitado e controlado. Não devemos subestimar os malefícios causados pela convivência forçada com estes insetos. Pela diversidade de oferta de alimentos e habitat propícios à sua proliferação, eles se reproduzem com velocidade, adquirindo resistência aos tratamentos tradicionais de combate. Nos grandes núcleos populacionais, a barata se apresenta como o inseto mais comumente encontrado. A barata não deve apenas ser encarada como hóspede incômodo e indesejável, devido ao seu aspecto repulsivo e ao odor desagradável. Ela é um inseto nocivo à saúde em função de sua capacidade potencial de transmitir doenças. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estes insetos são agentes transmissores de doenças causadas por bactérias, como a furunculose, lepra, tuberculose, poliomielite e diarréia. Existem no mundo, cerca de 20 espécies de baratas domésticas. No Brasil, existem muitas espécies de baratas, no entanto, a grande maioria de hábitos silvestres. As espécies urbanas mais comumente encontradas são as francesinhas – Blatella germânica e a barata de esgoto – Periplaneta americana. O “voar das baratas” está intimamente ligado ao período de acasalamento, geralmente ocorrendo durante o verão. A barata de esgoto é capaz de viver até 4 anos, enquanto a francesinha não vive mais do que 1 ano. Ambas gostam de se refugiar em frestas e fendas, locais onde passam cerca de 75% dos seus dias.
Zika Vírus: Contra o Mosquito

A doença É transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. É um arbovírus, um tipo de vírus transmitido por artrópodes, como os insetos. Conhecido pela sigla ZIKV, é parente dos causadores de outras doenças, como a dengue, a febre amarela e a febre ocidental do Nilo. Origem: foi isolado em macacos rhesus da Floresta Zika, na Uganda, em 1947, pela equipe do cientista GW Dick. Por 50 anos, o vírus causou surtos esporádicos e poucos casos em humanos eram conhecidos. 2007 – Micronésia – houve uma epidemia nas ilhas Yap, um dos quatro Estados que fazem parte do arquipélago da Micronésia, no Oceano Pacífico. Pesquisadores americanos e polinésios identificaram 185 casos suspeitos, dos quais 49 foram confirmados e 59 foram considerados prováveis. Eles estimam que 5.050 dos 6.892 dos habitantes com mais de 3 anos – ou seja, 73% dos moradores – foram contaminados durante a epidemia. A maioria não manifestou sintomas. 2013 – Polinésia Francesa – em outubro de 2013, o conjunto de ilhas no Pacífico enfrentava uma epidemia de dengue quando as autoridades de saúde notaram a existência de casos de Zika. Mais de 8.500 casos foram diagnosticados. Estima-se que 11% da população foi contaminada. Houve registro de 40 casos da síndrome de Guillain-Barré, que causa enfraquecimento muscular e até dificuldades respiratórias. Há a suspeita de que a infecção pelo Zika desencadeie a síndrome. Até a epidemia na Polinésia Francesa, não havia relatos de quadros graves causados pelo Zika vírus. Nenhuma morte foi relata. Não se sabe como o vírus chegou à Polinésia Francesa, mas espalhou-se para outras ilhas do Pacífico, como as Ilhas Cook, Ilha da Páscoa, Vanuatu, Ilhas Solomon e Nova Caledônia. Casos importados da Polinésia Francesa também foram diagnosticados no Japão, na Noruega e na França. 2015 – Brasil – no começo do ano, autoridades de Saúde de Natal (RN) notaram a presença de uma síndrome que lembrava os sintomas da dengue. Os exames sorológicos deram negativo para os vírus da dengue e da febre chikungunya. Em março, o Instituto Oswaldo Cruz analisou amostras de sangue de pacientes com a síndrome e identificaram o Zika vírus. A genética do vírus encontrado em pacientes brasileiros sugere que ele é o mesmo que causou epidemias nas ilhas do Pacífico. Os pesquisadores da Fiocruz, autores do estudo que identificou os primeiros casos de transmissão no Brasil, sugerem que uma possível explicação para a entrada do Zika no país tenha sido a presença de turistas durante a Copa do Mundo de 2014. Transmissão: no Brasil, ele é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo vetor do vírus da dengue. A infecção ocorre quando a fêmea do inseto pica uma pessoa com o vírus e depois se alimenta do sangue de outra que não tem o vírus. Diagnóstico: a suspeita é levantada por sintomas, mas a confirmação biológica é feita apenas por exames de sangue.
Febre Amarela – Como agir contra mosquitos

Febre amarela: sintomas, transmissão e prevenção Sintomas A febre amarela é uma doença infecciosa grave, causada por vírus e transmitida por vetores. Geralmente, quem contrai este vírus não chega a apresentar sintomas ou os mesmos são muito fracos. As primeiras manifestações da doença são repentinas: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias. A forma mais grave da doença é rara e costuma aparecer após um breve período de bem-estar (até dois dias), quando podem ocorrer insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados), manifestações hemorrágicas e cansaço intenso. A maioria dos infectados se recupera bem e adquire imunização permanente contra a febre amarela. mosquito-febre-amarelaTransmissão A febre amarela ocorre nas Américas do Sul e Central, além de em alguns países da África e é transmitida por mosquitos em áreas urbanas ou silvestres. Sua manifestação é idêntica em ambos os casos de transmissão, pois o vírus e a evolução clínica são os mesmos — a diferença está apenas nos transmissores. No ciclo silvestre, em áreas florestais, o vetor da febre amarela é principalmente o mosquito Haemagogus e do gênero Sabethes. Já no meio urbano, a transmissão se dá através do mosquito Aedes aegypti (o mesmo da dengue). A infecção acontece quando uma pessoa que nunca tenha contraído a febre amarela ou tomado a vacina contra ela circula em áreas florestais e é picada por um mosquito infectado. Ao contrair a doença, a pessoa pode se tornar fonte de infecção para o Aedes aegypti no meio urbano. Além do homem, a infecção pelo vírus também pode acometer outros vertebrados. Os macacos podem desenvolver a febre amarela silvestre de forma inaparente, mas ter a quantidade de vírus suficiente para infectar mosquitos. O macaco não transmite a doença para os humanos, assim como uma pessoa não transmite a doença para outra. A transmissão se dá somente pelo mosquito. Os macacos ajudam a identificar as regiões onde estão acontecendo a circulação do vírus. Com estes dados, o governo distribui estrategicamente as vacinas no território nacional. Prevenção Como a transmissão urbana da febre amarela só é possível através da picada de mosquitos Aedes aegypti, a prevenção da doença deve ser feita evitando sua disseminação. Os mosquitos criam-se na água e proliferam-se dentro dos domicílios e suas adjacências. Qualquer recipiente como caixas d’água, latas e pneus contendo água limpa são ambientes ideais para que a fêmea do mosquito ponha seus ovos, de onde nascerão larvas que, após desenvolverem-se na água, se tornarão novos mosquitos. Portanto, deve-se evitar o acúmulo de água parada em recipientes destampados. Para eliminar o mosquito adulto, em caso de epidemia de dengue ou febre amarela, deve-se fazer a aplicação de inseticida através do “fumacê”. Além disso, devem ser tomadas medidas de proteção individual, como a vacinação contra a febre amarela, especialmente para aqueles que moram ou vão viajar para áreas com indícios da doença. Outras medidas preventivas são o uso de repelente de insetos, mosquiteiros e roupas que cubram todo o corpo. A população de e São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia receberá a dose fracionada da vacina de febre amarela. A meta é vacinar 95% de 19,7 milhões. O objetivo é evitar a circulação e expansão do vírus. A dose padrão da vacina continuará sendo administrada em alguns grupos conforme a tabela abaixo.
Indústria – Controle de Pragas

O controle de pragas em indústrias é parte importante e integrante do manual de boas praticas de fabricação e é uma exigência do mercado nacional e internacional. Nosso serviço é voltado para a filosofia MIP – Manejo Integrado de Pragas, trabalhando com as mais modernas técnicas do mercado neste segmento. Com esta filosofia otimizamos o uso de aplicação de produtos químicos, utilizando armadilhamentos, manejo ambiental e a constante conscientização dos colaboradores da empresa. São gerados relatórios mensais e gráficos trimestrais de analise por setor e utilização de produtos químicos e, baseados nestas informações, podemos tomar ações preventivas e corretivas, maximizando a eficácia do controle de pragas. Todos os produtos químicos utilizados são de última geração e registrados no Ministério da Saúde.
Condomínios – Controle de Pragas

Pragas como baratas, formigas, mosquitos, pombos e ratos transmitem doenças, causam repugnância e desconforto, podendo comprometer o lazer condominial de sua família e convidados. Isto sem falar nos cupins que podem destruir seu patrimônio. Os condomínios atraem e abrigam uma variedade de pragas urbanas. Método de controle prático, sem interferência nas rotinas do condomínio; Tecnologia de controle sem prejuízo à vegetação paisagística das áreas ajardinadas; Emprego de produtos seguros para pessoas e seus animais domésticos, de baixo odor e de baixa toxicidade e registrados nos órgãos de saúde; Profissionais treinados para um bom atendimento com qualidade técnica, com comprometimento com o cliente; Resultados garantidos por assistência técnica; Orientação ao responsável sobre medidas de prevenção de pragas nos ambientes condominiais. Serviço com filosofia de MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS, com utilização de técnicas de controle químico, armadilhas, manejo ambiental e conscientização dos condôminos e funcionários.