Tratamento contra ratos
Ratazanas, ratos e camundongos tem excelente capacidade de adaptação. São onívoros e consomem diariamente cerca de um décimo de seu peso em alimento. A capacidade de reprodução dos roedores é extraordinária. Um casal pode produzir mais de 1.500 descendentes por ano, porém este número pode se reduzir de forma drástica devido a ação de fatores limitativos que controlam o equilíbrio entre reprodução, migração e morte. Destacando-se os inimigos naturais, doenças, disponibilidade de alimentos e abrigos, etc. Reconhecimento da presença de roedores O reconhecimento da presença de roedores é feita, basicamente, através de evidencias. Estas, permitem a identificação da espécie infestante e, até mesmo, seu índice de infestação. * Fezes, ninheiras, roeduras, trilhas e rastros Manejo Integrado de Roedores O controle de roedores por manejo integrado engloba as seguintes principais atividades: Inspeção prévia, para determinar a grandeza do problema; Higienização da área, com remoção do lixo; Manejo ambiental, com exclusão física através de rativedação; Programa de educação sanitária; Monitoramento; Aplicação de rodenticidas; Avaliação dos resultados Armazenamento e manuseio correto de alimentos; Acondicionamento de lixo caseiro em latas á prova de ratos ou sua manutenção em locais de dificil acesso a roedores; Armazenamento adequado de cereais e forragem, em locais a prova de roedores; Remoção de entulhos Manutenção da tubulação de esgotamento sanitário; Vedação de aberturas de aeração, entrada de condutores de eletricidade ou vãos de qualquer natureza com telas de 6mm; Proteção de vãos sob portas ou janelas com placas de metal Em navios, colocação de anteparos nas cordas de amarração, etc. Medidas preventivas que devemos orientar nossos clientes: Ração animal – após alimentar os animais domésticos (cães, gatos, pássaros, etc) retirar toda e qualquer sobra de ração animal e acondicioná-la em recipientes tampados, pois os roedores são muito atraídos por este tipo de alimento, e na maioria das vezes as infestações em residências ocorrem devido a grande oferta de alimentos disponíveis no ambiente. Vazamento de lixo – nunca vazar lixo em terrenos baldios ou cantos de terrenos. Removê-lo ou enterrá-lo em valas no solo. Acondicionamento de lixo – juntar os restos de cozinha em vasilhas adequadas, de preferência dentro de sacos plásticos para serem recolhidos pela coleta urbana. Restos Alimentares – em hospitais, cinemas, restaurantes e residências, são os pequenos restos alimentares que mantêm as infestações de roedores. A insistência na limpeza diária, antes do anoitecer, pode evitá-las. Manutenção de jardins – os jardins, devem ser mantidos sem amontoados de vegetação e permitindo o acesso a inspeção. Gramados bem aparados desencorajam a passagem de roedores. Cozinhas e refeitórios – locais de refeições e de preparo de alimentos devem ser rigorosamente limpos diariamente, antes do anoitecer. Nas obras e construções, determinar local para as refeições e exigir a colocação dos restos em latas fechadas. Em hospitais e hotéis, prover as enfermarias ou quartos com vasilhames com tampa para o acondicionamento. Estocagem de alimentos – sacos ou fardos em depósitos, devem ser colocados sobre estrados com 40 cm de altura e afastados das paredes e/ou uns dos outros por um espaço que permita a inspeção em todos os lados. Entradas de portas ou quaisquer acessos, devem ser á prova de roedores. Entulhos – remover quaisquer amontoados de restos de construção, de lixo de varreduras, de galhos e troncos e amontoados de pedras. Esgotos – esgotos e canais efluentes devem ser fechados e canalizados. Os canais abertos devem estar com as margens limpas. Acondicionamento de alimentos – evitar quaisquer embalagens que possam ser atacadas por roedores, usar vasilhames de vidro ou metal. Armários e depósitos – o cuidado permanente com armários e depósitos de objetos de qualquer natureza, elimina os abrigos mais comuns de camundongos. Gavetas e estantes de livros são abrigos comuns. Garagem – não permitir a utilização de garagens para acumulo de objetos inúteis ou em desuso, nem quaisquer depósitos, que não sejam a prova de roedores. Ralos – as tampas dos ralos devem ser pesadas. Evitar a colocação de tampas de plástico em ralos que tenham comunicação com a rede de esgoto ou manilhas de escoamento pluvial. Materiais de Construção – madeiras, tijolos, telhas, devem ser arrumados de modo a não servirem de abrigo para roedores. Especialmente, não devem ficar encostados em muros ou paredes, podendo ser inspecionado por todos os lados. Telamento – Fechar quaisquer aberturas de aeração, entradas de condutores de eletricidade ou vãos adutores de qualquer natureza, com tela metálica forte com malha de 6mm amovível. Fechamento de vãos e buracos (rativedaçao) – vãos de portas ou janelas com mais de 6mm devem ser fechados com madeira ou lâminas de meta. Buracos e vãos entre telhas e paredes devem ser fechados com argamassa adequada. Rateiras – são gaiolas metálicas de 30 cm com aba. Devem ser colocadas em esteios ou pilastras de sustentação de paióis ou de galinheiros com gaiolas suspensas. Colocá-las, no mínimo, a 70 cm do chão. Os controladores de pragas tem como obrigação e complemento da qualidade do serviço a orientação ao cliente quanto ao manejo do ambiente.
Como funciona a desratização?
A desratização é um processo de controle de roedores em um determinado local, com o objetivo de eliminar ou reduzir a população de ratos presentes. Existem vários métodos de desratização, incluindo métodos químicos, físicos e biológicos. Um método comum de desratização química é o uso de iscas venenosas, que são colocadas em áreas onde os ratos costumam se alimentar. As iscas são geralmente feitas de um composto anticoagulante que é tóxico para os ratos, mas não para outros animais ou humanos. Quando um rato come a isca, o veneno interfere na coagulação do sangue do animal, fazendo com que ele morra alguns dias depois. Outro método de desratização é o uso de armadilhas. Existem vários tipos de armadilhas disponíveis, como as de cola, as de mola e as eletrônicas. As armadilhas de cola usam uma substância adesiva para capturar os ratos, enquanto as armadilhas de mola usam uma mola para matar os ratos. Já as armadilhas eletrônicas usam uma descarga elétrica para matar os ratos instantaneamente. Além disso, a desratização também pode ser feita com o uso de gases tóxicos, como o fosfeto de alumínio, que é liberado em um espaço fechado para matar os ratos presentes. Independentemente do método usado, é importante que a desratização seja realizada por profissionais qualificados e com as devidas licenças e autorizações, a fim de garantir a segurança e evitar a exposição desnecessária a produtos químicos tóxicos. Quanto tempo dura a desratização? O tempo que a desratização dura depende de vários fatores, como o método de controle de roedores usado, a extensão da infestação de ratos, o tamanho da área que precisa ser desratizada e o ambiente em que a desratização está sendo realizada. Em geral, a desratização pode ser concluída em alguns dias a algumas semanas. No entanto, é importante lembrar que a eliminação completa dos ratos pode levar mais tempo, uma vez que os métodos de desratização geralmente envolvem a redução da população de ratos em vez da eliminação completa de todos os indivíduos. Além disso, a desratização é geralmente um processo contínuo, pois os ratos podem reaparecer com o tempo. Portanto, é importante manter práticas de higiene adequadas, como limpar regularmente o ambiente e armazenar alimentos adequadamente, para evitar uma nova infestação de ratos. Como funciona a desratização em condomínios? A desratização em condomínios pode ser realizada de várias maneiras, dependendo do tamanho do condomínio, da extensão da infestação de ratos e dos métodos preferidos pelo condomínio e pelos seus moradores. Abaixo estão algumas das etapas que geralmente são tomadas para realizar a desratização em condomínios: Avaliação: O primeiro passo para realizar a desratização em um condomínio é fazer uma avaliação da extensão da infestação de ratos. Esse levantamento é feito por profissionais qualificados e com as devidas licenças e autorizações. Eles farão uma inspeção para determinar a localização dos ratos e o tamanho da população. Plano de Ação: Com base na avaliação, os profissionais de desratização irão elaborar um plano de ação para controlar a infestação de ratos. O plano pode incluir o uso de iscas venenosas, armadilhas ou outros métodos de desratização. Comunicação: É importante comunicar aos moradores do condomínio sobre a desratização que será realizada, para que eles possam tomar as medidas necessárias, como armazenar adequadamente seus alimentos e animais de estimação. Também é importante informar o cronograma e as áreas específicas que serão desratizadas. Execução: Após o plano de ação ser estabelecido e a comunicação ser realizada, a equipe de desratização irá executar as medidas necessárias, geralmente começando pelas áreas com maior infestação. Monitoramento: A desratização é geralmente um processo contínuo, por isso é importante monitorar a população de ratos após a realização da desratização. Além disso, é importante manter práticas de higiene adequadas para evitar uma nova infestação de ratos.
Quais são as doenças transmitidas pelos roedores?
Os roedores são conhecidos por serem portadores de diversas doenças, incluindo: Leptospirose: é causada por uma bactéria presente na urina dos roedores, que pode infectar os seres humanos por meio do contato com água ou solo contaminados. Hantavirose: é uma doença viral transmitida através da inalação de partículas virais presentes nas fezes, urina e saliva dos roedores infectados. Peste bubônica: é uma doença bacteriana transmitida por pulgas que infestam os roedores, especialmente ratos. Febre da mordida do rato: é causada por uma bactéria presente na saliva dos ratos, que pode ser transmitida para seres humanos através de mordidas ou arranhões. Tifo murino: é uma doença bacteriana transmitida através do contato com pulgas que infestam os roedores. É importante tomar medidas de prevenção para evitar a exposição a essas doenças, como manter a higiene adequada em áreas onde os roedores podem estar presentes, evitar contato direto com roedores ou suas fezes e manter os alimentos armazenados em recipientes fechados. Quais são as medidas de controle de roedores? Existem várias medidas de controle de roedores que podem ser adotadas para prevenir ou reduzir a infestação desses animais em ambientes urbanos ou rurais. Algumas das principais medidas incluem: Eliminação de abrigos: É importante eliminar áreas onde os roedores possam se abrigar, como entulhos, lixo acumulado, objetos em desuso, entre outros. Controle de acesso: Certifique-se de que as portas e janelas estejam bem fechadas e que os ralos e tubulações estejam protegidos para evitar a entrada de roedores em ambientes internos. Armazenamento adequado de alimentos: Mantenha os alimentos armazenados em recipientes fechados e evite deixar restos de comida expostos, pois eles podem atrair roedores. Limpeza frequente: Realize a limpeza frequente do ambiente, inclusive retirando entulhos e lixos acumulados. Controle químico: Em casos de infestações graves, pode ser necessário realizar o controle químico por meio da aplicação de raticidas e iscas. Monitoramento contínuo: É importante monitorar constantemente a presença de roedores e adotar medidas preventivas para evitar a infestação desses animais. Descarte adequado de resíduos: Descarte adequadamente o lixo e os resíduos, evitando acumular em locais inadequados. É importante lembrar que o controle de roedores deve ser realizado de forma segura e responsável, evitando o uso de métodos que possam prejudicar outros animais ou colocar em risco a saúde humana. Além disso, é fundamental seguir as normas e regulamentações locais para o controle de pragas.
Quais são as doenças transmitidas pelos ratos?
Os ratos são portadores de muitas doenças, algumas das quais podem ser transmitidas aos humanos por meio de suas fezes, urina ou saliva. Aqui estão algumas das doenças mais comuns transmitidas pelos ratos: Leptospirose: Uma doença bacteriana transmitida pela urina de ratos infectados. Os sintomas podem incluir febre, dor de cabeça, dor muscular, náusea e vômito. Hantavirose: Uma doença viral transmitida por meio da exposição a fezes, urina e saliva de ratos infectados. Os sintomas podem incluir febre, dor de cabeça, dor muscular e falta de ar. Peste bubônica: Uma doença bacteriana transmitida pela picada de pulgas de ratos infectados. Os sintomas podem incluir febre alta, calafrios, dor de cabeça, fadiga, dor muscular e inchaço dos linfonodos. Salmonelose: Uma infecção bacteriana transmitida pela ingestão de alimentos ou água contaminados com fezes de ratos infectados. Os sintomas podem incluir diarreia, dor abdominal, náusea, vômito e febre. Febre da mordida de rato: Uma infecção bacteriana transmitida pela mordida de ratos infectados. Os sintomas podem incluir febre, dor de cabeça, dor muscular e vermelhidão ao redor da área da mordida. Além dessas doenças, os ratos também podem ser portadores de outras doenças, como tifo murino, triquinose e doença de Lyme. É importante tomar medidas para prevenir a infestação de ratos em casa e evitar o contato com esses animais para reduzir o risco de doenças transmitidas por eles. Como funciona o controle de pragas contra ratos? O controle de pragas contra ratos geralmente envolve uma combinação de métodos físicos, químicos e culturais. Aqui estão algumas estratégias comuns: Limpeza: A limpeza rigorosa é a primeira etapa no controle de ratos. Isso inclui eliminar fontes de alimento, água e abrigo. Limpar regularmente as áreas onde os ratos são mais comuns, como a cozinha e a despensa, pode ajudar a prevenir infestações. Armadilhas: As armadilhas são uma forma eficaz de capturar e matar ratos. As armadilhas de captura viva permitem que os ratos sejam capturados e liberados longe da casa, enquanto as armadilhas de mata-ratos são projetadas para matar rapidamente os ratos. Iscas: As iscas venenosas são outra opção para controlar ratos. Essas iscas são geralmente colocadas em locais onde os ratos são comuns e atraem os ratos a comer o veneno. Vedação de rachaduras e buracos: Os ratos podem entrar em uma casa através de rachaduras e buracos nas paredes e nos pisos. Selar essas áreas com massa ou calafetagem pode ajudar a prevenir a entrada de ratos. Controle profissional de pragas: Em casos graves de infestação de ratos, o controle profissional de pragas pode ser necessário. Um exterminador pode aplicar produtos químicos mais fortes e eficazes do que aqueles disponíveis para uso doméstico. Lembre-se de que o controle de pragas contra ratos é um processo contínuo e que pode levar tempo para ver resultados. É importante seguir as etapas de controle e continuar monitorando a presença de ratos em sua casa para garantir que as medidas de controle estejam funcionando.
Desratização

Você já ouviu falar em dedetização, certo? A maior parte das pessoas sabe o que é; talvez já tenham até feito em sua casa ou empresa em algum ponto de sua vida. Desratização, contudo, é um pouco menos comum. Ainda assim, é algo importantíssimo; o maior número possível deveria saber o que é esse processo, seja por questão de conforto ou sanidade. Pensando nisso, preparamos um breve dossiê a respeito do tema; aqui você verá o que há de mais importante a respeito de desratização; o que é, quais as etapas e afins. O QUE É ISSO? A descupinização acaba com o cupim e a dedetização elimina insetos como barata, formiga e aranha. Seguindo essa linha de raciocínio, portanto, é possível concluir que a desratização objetiva eliminar roedores, como o rato de esgoto e a ratazana, por exemplo. COMO ELA É FEITA? Primeiro é preciso identificar os principais focos de roedores em um local. Isso é feito por uma equipe de especialistas, que utiliza técnicas específicas. Uma vez definido o local, é preciso descobrir a espécie de roedor em questão; em muitos casos existe não apenas uma, mas várias espécies, sendo preciso empregar mais de um tipo de isca ou técnica para que a erradicação ocorra. Assim que essas etapas são cumpridas, passa-se a realizar a desratização em si; ela costuma ocorrer por meio de iscas granuladas, blocos de parafina, pó de contato ou mesmo um misto de tudo isso. ATENÇÃO: DESRATIZAÇÃO É ALGO SÉRIO! A desratização, assim como a dedetização e a descupinização, é algo complexo. Sendo assim, ela precisa ser realizada por profissionais qualificados, que tenham plena consciência daquilo que estão fazendo. Lembre-se: roedores, em especial aqueles que habitam áreas urbanas, são vetores de uma série de doenças, como raiva e leptospirose. Fora isso, a maior parte dos agentes utilizados na desratização podem oferecer risco à saúde do ser humano ou outros animais se não forem aplicados corretamente. Nessa hora, portanto, não deixe de buscar o auxílio de profissionais gabaritados. A BioConser, por exemplo, é uma empresa com ampla experiência de mercado, que há anos realiza esse e outros tipos de serviço 24 horas por dia, 7 dias por semana. Seja qual for a sua necessidade, portanto, não hesite em contatar a BioConser; nossa equipe de colaboradores fará o possível para auxiliá-lo a encontrar a solução ideal para a sua necessidade.
Doenças transmitidas pelos ratos

Os ratos podem transmitir cerca de 30 doenças. Entre as mais comuns estão a leptospirose, as hantaviroses e a peste. Leptospirose – A leptospirose é causada pela bactéria leptospira, transmitida ao homem pela urina de ratos, ratazanas e camundongos. A leptospira penetra no corpo pela pele, principalmente se houver algum ferimento ou arranhão. Após chuvas intensas, as águas invadem as tocas dos roedores e carregam as bactérias para as residências e as vias públicas. Em situações de enchentes e inundações, a urina dos ratos, presente em esgotos e bueiros, mistura-se à enxurrada e à lama das enchentes. Qualquer pessoa que tiver contato com a água ou lama contaminadas pode se infectar. Geralmente os surtos de leptospirose começam uma semana após as enchentes. Na época de seca, também oferecem riscos à saúde humana o contato com água ou lama de esgoto, lagoas ou rios contaminados e terrenos baldios onde existem ratos. Portanto, deve-se evitar o contato com esses ambientes. Os sintomas da leptospirose são febre, dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo (especialmente na panturrilha, conhecida como “batata” da perna), pele amarelada e calafrios. Eles surgem de sete a quinze dias após a infecção. Ao perceber os sintomas, deve-se procurar, o mais rapidamente possível, um hospital e informar ao medico a ocorrência do contato com água ou lama das enchentes. Hantavirose – A hantavirose é uma doença infecciosa grave, causada pelo hantavírus, transmitido por saliva, fezes ou urina dos roedores. Essas secreções secam e misturam-se à poeira do ar. A principal forma de infecção ocorre quando a pessoa inala poeira em ambientes onde o vírus esteja presente, principalmente em locais fechados. Depois de ser inalado, o vírus pode levar até 60 dias para entrar em ação. Apesar de ter sido detectada há poucas décadas, a doença já se espalhou pelo mundo e têm alto índice de mortalidade. Na região do cerrado brasileiro, o rato silvestre transmissor do hantavírus é o rato do capim ou rato-da-cauda-peluda. Apesar de registrada em quase todo país, a doença tem maior incidência nas regiões Sul e Centro-Oeste. Nas zonas rurais e silvestres, os casos são mais frequentes e o acesso a um tratamento adequado é mais difícil. A hantavirose é considerada uma doença sazonal e, segundo o Ministério da Saúde, surge em maior número nas regiões de cerrado durante os períodos de seca, entre março e agosto. Com o fim das chuvas, os alimentos para os roedores diminuem e eles saem para buscar comida no habitat humano. Nas regiões de Mata Atlântica, os casos são mais frequentes entre os meses de outubro e dezembro, e o transmissor é o rato da taquara. Sintomas – Os sintomas da hantavirose são: febre e dores de cabeça, no corpo e na região abdominal, mas como esses sintomas também estão presentes em gripes, pneumonias e nos casos de dengue, fica mais difícil o diagnóstico da doença ainda na fase inicial. No entanto, isso é importante para evitar o agravamento dos sintomas, tais como a tosse seca e dificuldade de respirar. Nessa fase, se não for internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), o paciente pode morrer, pois precisa de aparelhos para ajudá-lo a respirar. Não existe vacina ou tratamento específico para a hantavirose. As únicas medidas capazes de evitar a morte são o diagnóstico precoce e os cuidados adequados em uma UTI. Prevenção – De acordo com o Ministério da Saúde, para prevenir a doença, os celeiros, porões e casas nas regiões rurais devem ser limpos, o que ajuda a evitar a propagação do vírus. Os grãos devem ser armazenados em locais bem fechados, que impeçam o acesso dos roedores, e não se deve deixar lixo acumulado nas redondezas da casa. Há risco, ainda, de se contrair o hantavírus durante pescarias e passeios de ecoturismo. Quem gosta de estar junto à natureza deve evitar deitar diretamente no chão, acampar em locais com presença de fezes de roedores ou de outros pequenos animais e andar descalço. Caso levem alimentos, os turistas devem mantê-los em recipientes hermeticamente fechados. Peste – A peste negra ou “febre do rato”, como é conhecida popularmente, é uma doença infecciosa aguda, transmitida principalmente por picada de pulga (de ratos) infectada pela bactéria Yersinia pestis. A peste teve um impacto enorme na Europa no século XIV, quando se espalhou rapidamente e matou cerca de 25 milhões de europeus – um terço da população do continente naquela época. A epidemia voltou a ocorrer várias vezes nos séculos seguintes. A peste continua sendo muito perigosa em diversas partes do mundo. Focos naturais da doença persistem na África, na Ásia, no sudeste da Europa, na América do Norte e na América do Sul. De acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil, entre os anos de 1993 e 2007, foram notificados 74 casos de peste humana. Além do potencial epidêmico, é alta a mortalidade que a doença pode causar. Na forma bubônica, quando não tratada, pode alcançar 50%, e nas formas pneumônica e septicêmica, pode alcançar uma letalidade próxima de 100%.