Aumento do lixo doméstico e desdobramento e impactos na infestação de pragas
Ao falarmos de lixo, associamos de forma imediata a problemas de contaminação, micro-organismos e pragas domésticas, urbanas ou sinantrópicas. Por ser muito atrativo, inicialmente pelo odor, o lixo orgânico é muito frequentado por baratas, moscas, ratos e formigas. Não cuidar do lixo significa possibilitar a presença destes animais indoor e outdoor, em áreas até mesmo a certa distância, pois estas pragas têm um poder de dispersão muito amplo. As principais pragas associadas ao lixo orgânico residencial são: Moscas– com 3 espécies principais Baratas– com 3 espécies principais Formigas– com 2 espécies principais Roedores– com 3 espécies principais Vale lembrar que todas são associadas a micro-organismos patogênicos, podendo ser transmissores de doenças. São problemas de saúde pública, estão relacionados à contaminação ambiental e alimentar. Necessita controle, pois infestam hospitais, indústrias de alimentos, restaurantes e todo tipo de ambiente. Moscas Moscas são insetos voadores, com ampla dispersão auxiliada pelo vôo. Têm órgãos olfativos bem desenvolvidos e percebem a longa distância odores como o de putrefação do lixo orgânico ou de peixes e crustáceos manipulados em cozinhas. No caso do lixo doméstico, se for devidamente mantido com tampa e descartado a tempo certo, não chega a ser um problema para atração de moscas. As principais espécies sinantrópicas são a mosca doméstica (musca domestica), prevalente; a mosca varejeira ou a da carne (sarcophaga sp), maior que a doméstica; a mosca verde metálica (chysomyia sp), comum em feiras e peixarias mal cuidadas. Formigas Associadas a qualquer resto alimentar como um simples farelo ou uma quantidade maior de alimentos, aparecem sorrateiramente. As principais espécies são as chamadas de doceiras, como a formiga fantasma (tapinoma sp) e a formiga louca (paratrechina sp). Roedores Ratos e camundongos causam muito medo. O lixo orgânico é muito grave quando associamos à infestação por estas pragas. Neste grupo temos a ratazana (rattus norvegicus), o rato de forro (rattus rattus) e o camundongo (mus musculus). A ratazana e o rato de forro ou de telhado podem invadir residências, migrando de áreas externas. Camundongo é essencialmente doméstico. Baratas Ah…as baratas…tão próximas do homem. E consideradas animais repulsivos. Elas são sobreviventes a catástrofes presentes e presentes em todo tipo de ambiente. Utilizam a estrutura arquitetônica de forma “inteligente” e proliferam de forma acelerada, inicialmente, imperceptível (porque se escondem). As principais espécies são as baratas de esgoto (periplaneta americana) e a barata de cozinha (blattella germânica). Uma terceira espécie tem surgido com alguma frequência, a barata xadrez (suppella sp). Como combater o problema Foi muito acertado reconhecer o serviço de controle de pragas como atividade essencial, regulamentada pela ANVISA, tendo como finalidade garantir a segurança e qualidade dos ambientes, tanto nos processos industriais, empresariais, residenciais e outros. De frente, tivemos FEPRAG atuante quanto a esta reivindicação, com o reconhecimento do ministério da saúde e da Presidência da República. Ao lado disto, a atividade de sanitização ganhou espaço como fundamental no processo de saúde do ambiente. O gerenciamento ambiental de pragas vem ganhando força e sendo melhor entendido, como uma união de forças, onde o consumidor tem seu papel bem definido na melhoria do ambiente, implementando medidas preventivas e curativas, junto ao prestador de serviço atuando com o controle químico racional e sustentável. Fonte ABCVP
A Bioconser Orienta Condomínios Sobre O Controle De Pragas
A ANVISA mantém a resolução RDC 52 que, dentre outras coisas, lista de ambientes onde devem ser realizadas desinfestações periódicas, dentre eles estão os condomínios residenciais e comerciais. Demostramos aos síndicos que a velha garantia de seis meses com apenas uma visita é ineficiente. Hoje, não realizamos manutenções do controle de pragas com intervalos longos, porque isto não funciona. Esta periodicidade pertence a uma visão ultrapassada, onde a empresa só atua quando o problema já está instalado e causando incômodo aos moradores. O controle de pragas e vetores, ou desinfestação, deve ser minimamente mensal, conforme está explícito na RDC 52. O período mais curto é necessário em função de condições climáticas e da oferta de água, alimento, abrigo e acesso, que fazem com que as pragas se proliferem. Uma empresa que traga eficácia ao condomínio é fundamental. O profissional fornece um certificado com garantia dos serviços e antes do término desse prazo entra em contato para renovar as aplicações. Os funcionários do condomínio são orientados quanto à importância da limpeza nas áreas comuns e estão sempre atentos à eficácia da imunização. Além disto, normalmente é colocado um comunicado nos quadros de avisos, sugerindo a desinfestação dos apartamentos, porém a responsabilidade das unidades é do próprio condômino. Mas a não realização nas unidades não tem comprometimento a eficiência dos serviços nas áreas comuns, halls, escadas, lixeiras, terraço e garagem. Não é preciso que o síndico seja incomodado pelas reclamações dos condôminos devido ao aparecimento de pragas. Se o controle é efetivo, dificilmente elas vão aparecer com frequência. É uma abordagem preventiva, necessária quando se sabe que as pragas estão no ambiente e que sem devido controle elas procriam e proliferam. É um ser vivo e o seu controle não é simples. Cada praga tem suas especificidades biológicas e comportamentais e cada ambiente possui uma necessidade com relação aos produtos e metodologias a serem utilizadas nos serviços. Conhecer as pragas e o ambiente onde elas atuam é fundamental para que possamos chegar a um controle satisfatório” Confiabilidade é fundamental para a escolha da empresa Dentre os cuidados na hora de escolher uma empresa, é recomendável checar a sua reputação no mercado e, acima de tudo, conferir se é licenciada no instituto estadual do ambiente (INEA). Higiene das áreas internas é medida preventiva A empresa também se encarrega de ligar quando o prazo de manutenção está se aproximando, a fim de agendar a visita, o que representa uma tranquilidade a mais para o condomínio. Outras ações preventivas devem ser tomadas ao longo de todo ano, a fim de manter o condomínio sempre livre de pragas, como evitar acúmulo de água parada, acondicionar bem o lixo, vedar frestas e vãos de azulejos, telar janelas e portas, limpar caixas de serviço e manter uma ordenação do ambiente, sem acúmulo de materiais inservíveis e outros. Atualmente a preocupação é grande com os riscos de intoxicação. O mais comum é que se utilizem técnicas de iscagem gel e pulverizações localizadas e pontuais, oferecendo maior conforto e segurança para os clientes, pois estas são técnicas “limpas”. Os tratamentos deixaram de ser invasivos e interferem o mínimo na rotina das áreas a serem controladas, e não oferecem riscos para os moradores. Isto no caso de se contar com empresas idôneas e responsáveis”. (fonte abcvp)